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Estes doces produtos surgiram como uma forma de guardar os sabores da fruta, numa época em que o quotidiano era vivido ao ritmo das estações do ano. No entanto, no Ribatejo Interior não havia açúcar, sendo um bem de luxo. Com os descobrimentos e o cultivo da cana do açúcar no novo mundo, foi aberta uma janela no universo da doçaria e as receitas de compotas caseiras foram-se multiplicando.

Cada região de terras lusas distinguiu o seu aroma de acordo com os frutos mais fartos
A tradição da apicultura no interior do Ribatejo remonta ao séc. XII, prova disso é a Denominação de Origem que já vinha consagrada pelo uso desde 1178 e, já neste período o seu valor era grande, era inclusivamente uma forma de pagamento. 

Quinta do Côro
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José César
Quinta Vale da Murta